Cidade pode ter área de lazer às margens de ribeirão

Contratada empresa para realizar estudo de inplantação de pista de caminhada


Publicado em 17 de janeiro de 2014

Foi feita a contratação de uma empresa para realizar o projeto de urbanização das margens do Ribeirão Cachoeirinha. A ideia da Prefeitura é criar uma pista de caminhada com ciclovia. Também será colocada uma ponte para ligar as duas margens. A área de lazer ficará entre as ruas José Emídio, no Centro, e a Avenida Pedro Marcos Bertanha, no Jardim Iracema. Será cerca de 1, 5 mil metros de pista e o projeto total poderá custar entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões.

Prefeitura quer pista de caminhada e ciclovia em área não utilizada

Prefeitura quer pista de caminhada e ciclovia em área não utilizada (FOTO Gazeta de Iracemápolis)

O prefeito Valmir Gonçalves de Almeida (PT) comentou que a intenção de realizar a área de lazer vem de antes dele assumir o cargo de prefeito. “Há um bom tempo penso em utilizar essa área e, quando assumi a Prefeitura, já possuía contato para buscar emendas. Queremos um espaço para caminhadas e para as bicicletas também”.

O projeto vai levantar o custo total assim como os custos por etapas, já que, segundo o prefeito, as obras serão feitas em partes de acordo com a conquista de verba. Para início, o município possui cerca de R$ 600 mil. Desses, R$ 592 mil virão do Ministério das Cidades e o restante será contrapartida da Prefeitura. “O orçamento ainda é baixo e teremos que continuar tomando cuidado com os gastos em 2014. Por isso, tudo será feito conforme a aquisição de recursos pelos quais vamos continuar buscando”, cita. A intenção é que a área fique pronta até o final do mandato, em 2016.

A EMPRESA

O projeto de estudo inicial deve custar cerca de R$ 50 mil e irá abranger tudo o que será necessário para a implantação do espaço. A empresa responsável será a Aprilanti Arquitetura e Engenharia e o extrato do convite foi publicado no Diário Oficial do Estado. “Esse escritório é muito experiente em projetos deste tipo”.

Segundo Almeida, o estudo vai levantar as necessidade para a implantação sem deixar de lado todas as questões ambientais, pois se trata de uma Área de Proteção Permanente (APP).