País de primeiro mundo


Publicado em 17 de novembro de 2017

Depois de alguns anos de planejamento e poupança, finalmente consegui tirar uns dias e passear fora do Brasil. Estive no Canadá, em Toronto, e nos Estados Unidos passei por Nova York e Washington.

Não dá pra não dizer que por lá é outro mundo. Sei que tem muita gente que não gosta que fale isso, que diz que lá tem problemas, que não é perfeito, etc., mas não tem como negar que o imperfeito lá já seria muito bom pra nós.

Toronto especialmente tem um transporte público de excelente qualidade, o trânsito tem leis rígidas que se burladas tem punições severas, o pedestre é respeitado, qualquer coisa que você compre você já sabe o quanto pagará de imposto, pois ele é discriminado em sua nota fiscal e o valor já é pago no momento da compra. Na região onde estive o imposto para comprar uma maçã, uma camiseta ou um carro é de 13%!!!

Um dia, fui ao supermercado e vi algumas mangas bem bonitas. Peguei uma na mão e nela estava a etiqueta onde se lia “BRAZIL”. Me veio à mente meu país tão grande, de belezas incomparáveis, riquezas naturais, que produz frutas maravilhosas como aquela manga, de povo acolhedor, enfim, um país que seria facilmente de primeiro mundo, se, e que triste saber que existe o “se”, fosse governado por pessoas que visam o progresso do país e não de si mesmo. Esse é um assunto batido, cansa falar de corrupção, ainda mais quando você volta ao Brasil e a primeira coisa que fica sabendo é da fala da tal ministra de “Direitos Humanos” que citou trabalho escravo por não poder acumular salário com aposentadoria, totalizando mais de sessenta mil reais! O salário dela já é por volta de trinta mil reais!!! Imaginem, uma ministra de Direitos Humanos!!!

Eu concluo diante disso que, primeiro, ela não deve saber o que foi a escravidão no Brasil, segundo, ela provavelmente não anda pelas ruas, não sabe a realidade das escolas e muito menos dos hospitais para saber a situação do povo, e terceiro, ela não está fazendo nadinha para preservar os direitos humanos, pelo menos os nossos, que são teoricamente garantidos na Constituição Federal: saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, proteção à maternidade e à infância,