A Bíblia e a Política – Final


Publicado em 9 de novembro de 2018

“Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal” Tiago 3:8.

Enfim, de tudo que lemos e analisamos, sabendo que um bom ou mal governo começa e termina em nós mesmos, esta série não poderia terminar diferente. Reflita sobre tudo o que disse e não disse nesses meses de campanha política de si mesmo, dos candidatos, dos amigos, dos conhecidos, dos inimigos e da oposição aos seus pensamentos e ideais. Sim é isso mesmo, somos tão maus uns para com os outros, que queremos que nos tratem bem sendo que nossa língua é uma peçonha mortal.

Quando não ouvimos ou vemos de pessoas próximas o que desejamos, queremos que todos nos aceitem e aceitem nossas óticas da vida, mas não aceitamos bem as óticas dos outros. O que vemos, entendemos e aceitamos como certo para nós, nem sempre é certo para os outros.Um exemplo simples: eu amo colocar feijão em baixo e o arroz em cima, e fui duramente criticado em um acampamento por isso. A pessoa que estava atrás de mim disse: “você não é brasileiro de natureza, pois todo brasileiro coloca o feijão em cima do arroz”, então começou aí uma duradoura discussão por uma coisa tão insignificante e que não mudaria em nada a vida de ninguém.

O fato é que quando conseguimos dominar nossa língua em momentos tensos e críticos, somos sábios aos olhos de Deus e temos o completo domínio sobre o governo do nosso corpo. Mas nem sempre é assim, e nesses casos temos que contar com a misericórdia de Cristo e a proteção do Espírito Santo. Porém quanto mais domínio tivermos sobre ela (língua) menos momentos ruins teremos e mais momentos bons acumularemos para lembrarmos em dias difíceis.

Diante desta série de mensagens espero que tenha analisado e melhorado sua “política” de vida pessoal e em todas as outras áreas, em nome de Jesus! Deixo uma pergunta que é o tema da próxima série: “você opta pela necessidade ou pela prioridade?

Paz de Cristo!